Lançamento do EP Carbono, do Jardim das Horas

Nascer, renascer, a morte e a continuidade: mistérios além da razão… O Jardim das Horas desde o início traz essas reflexões em sua poética. Banda nascida em Fortaleza, no ano de 2003, com o nome “O Quarto das Cinzas”, que depois veio a ser o nome do primeiro álbum completo, lançado em 2010 pelo Projeto Pixinguinha da Funarte.

Uma banda, como se sabe, se torna uma família.

No caso do Jardim, havia mesmo um casamento entre dois integrantes e fundadores, Layae Carlos Gadelha, que compunham a maioria das canções e todo o enlaçamento que uma relação com tantos papéis envolvidos gera. Até que um dia decidiram separar-se e o distanciamento natural daquele momento pedia também um distanciamento do trabalho conjunto. Mas um elo os manteve unidos, além da amizade que se perpetua: um disco! Gravado em 2015, estava em processo de finalização pro lançamento… E o que fazer? Deixar o tempo dizer foi a escolha dos integrantes. Eis que chega, pela sincronia do momento, o tempo de trazer esse disco aos ouvidos de quem queira conhecer! Carbonocarvão e diamante. Gravado com uma formação especial, quando dois integrantes da banda Fóssil, parceira antiga -também do Ceará-entraram no Jardim. Cozilos Vitore Victor Bluh, pela lei natural dos encontros, se uniram com Laya, Carlos Gadelha e Raphael Halulina composição deste álbum. Juntos lançaram o EP “Cidadela” (2013), disponível em todas as plataformas digitais. Agora em 2021, O Jardim das Horas retoma em parceria com Klaus Sena(Estúdio Índigo Azul) e lança pelo selo cearense Mercúrio Música este registro, antigo e atual, carvão e diamante: Carbono. 

Nascer, renascer, a morte e a continuidade: mistérios além da razão… O Jardim das Horas desde o início traz essas reflexões em sua poética. Banda nascida em Fortaleza, no ano de 2003, com o nome “O Quarto das Cinzas”, que depois veio a ser o nome do primeiro álbum completolançado em 2010 pelo Projeto Pixinguinha da Funarte. Com sua música eletrônica, brasileira, livre, circulou em importantes festivais pelo Brasil, como Abril pro Rock, Jambolada, Varadouro, Universo Paralelo, Feira da Música, Maloca Dragão, Rumos Itaú CulturalConexão Vivo, além de tocar em grandes palcos, como Auditório Ibirapuera, Sesc Pompeia, Itaú Cultural, Anfiteatro do Dragão e tantas boas viagens nessa história de som e aprendizado

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Trabalhamos ao lado de artistas que se situam no limiar entre a música experimental e a música popda região do Ceará, nordeste do Brasil, quebrando paradigmas sonoros e artísticos e mostrando a face escondida damúsica da “terra do sol”, ao lado de bandas como Maquinas, dronedeus, clau anizVacilantJangadaPirata, OUSE, entre outros.

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