Crônica Decorativa I, de Fernando Pessoa

Mais conhecido por sua obra em poesia, o escritor português Fernando Pessoa (1888-1935), poeta português também escreveu alguns poucos contos como O Banqueiro Anarquista. Conheça aqui uma de suas crônicas mais conhecidas.

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Chuva de Maio, de Alberto Morávia

Um dos mais importantes escritores italianos modernos, várias de suas obras foi adaptada para o cinema. Seus temas principais são o desamor, a aridez da vida moderna e a corrupção da alta classe média

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Carnaval, uma carta de Mário de Andrade

Mário de Andrade passou o Carnaval de 1923 no Rio de Janeiro, encantou-se com a folia carioca e não foi visitar Manuel Bandeira em Petrópolis. No final de fevereiro, enviou uma carta ao amigo, argumentando a sua ausência.

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O coração do violinista de Fernando Sabino

Colaborador de vários jornais, o cronista recebeu diversos prêmios, entre eles, o Prêmio Jabuti pelo livro “O Grande Mentecapto” e o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras. Mineiro radicado no Rio, faleceu em 2004 em Ipanema.

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Feliz Aniversário, de Clarice Lispector

O conto de Clarice, mestra em discorrer sobre a alma humana, retrata a reunião de uma família num momento de importante celebração. “Feliz aniversário” é um texto forte, que remete ao estereótipo da família perfeita e feliz, desfolhando para o leitor um universo de aparências.

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Uma vela para Dario, de Dalton Trevisan

O Vampiro de Curitiba, recluso e avesso a badalações literárias Dalton Trevisan, é considerado um dos maiores contistas brasileiros. Sua prosa fala como dois olhos, uma linguagem que descortina, quadro a quadro, de forma concisa, um filme com ritmo e alma.

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O vitral, conto de Osman Lins

Osman Lins foi contista, romancista e escreveu para dramaturgia. Este conto integra a seleção de Ítalo Morriconi como um dos cem melhores contos brasileiros do século. Curiosamente, o episódio do vitral aconteceu na casa de Wlademir Dias-Pino, no bairro Catete, no Rio de Janeiro.

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Gilka Machado

Polêmica e precursora da poesia erótica, Gilka Machado é mais uma das importantes escritoras brasileiras. Encontra-se entre as primeiras defensoras dos direitos femininos no país. “Plebéia” e “matrona imoral” foram algumas alcunhas que teve de suportar em vida. Recebeu o Prêmio Machado de Assis, concedido pela Academia Brasileira de Letras, em 1979.

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Notícia de jornal – Crônica de Fernando Sabino

Como romancista, numa panorâmica de sua geração, pintou um painel das angústias e esperanças dos anos 50. Com humor ácido, que seria a marca de toda a sua obra, o escritor de crônicas que marcaram um tempo nos conta a notícia, do homem que morreu de fome.

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Famigerado, um conto de Guimarães Rosa

Damásio, conhecido assassino da região, quer que o médico do interior, o doutor, pessoa letrada do lugar, o esclareça a respeito do significado da palavra “famigerado”, pois lhe fôra atribuída esta palavra por parte de um moço do governo e o bandido queria estar certo de suas intenções.

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O bebê de tarlatana rosa, conto de João do Rio

Trazemos um conto do imortal e prolífico João do Rio, pseudônimo de João Paulo Emílio Cristóvão dos Santos Coelho Barreto, o jornalista Paulo Barreto, eminente cronista do Rio de Janeiro do início do século 20 que retratou a religiosidade da cidade e o carnaval.

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Amor, um conto de Clarice Lispector

Desde sua estréia, com Perto do Coração Selvagem, Clarice Lispector impressionou a crítica por dominar uma prosa próxima ao fluxo de consciência encontrado em romancistas como James Joyce ou Dostoiévski. O domínio do enredo e do tempo em suas narrativas produziram contos como este, verdadeira obras-primas da literatura brasileira.

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