Poemas inéditos de Fernando Antônio Fonseca

Fernando Antônio Fonseca nasceu e reside em Belo Horizonte, MG. Publicou cinco livros de poesias, e um de minicontos, em edições independentes. Também, foi laureado em vários concursos de poesia de âmbito nacional, com prêmios de edição em antologias. Em 2021 lançou LAVRA, poemas (Caravana Grupo Editorial-MG/Brasil), e tem no prelo o livro MOSAICO de poesias (Travassos Editora-RJ/Brasil). Seu foco se direciona para as questões existenciais e humanas, e a livre experimentação verbal.

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Entrevista com Tatiana Lazzarotto

Quantas lembranças atravessam um corpo enlutado? O que fazer com o desejo de nossos mortos? Em sua estreia, a escritora Tatiana Lazzarotto nos apresenta, em prosa poética, o desenrolar de uma notícia de morte. É também uma história sobre um pai, uma filha e uma árvore. Um deles está morto. Os outros dois terão de sobreviver.

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Poemas de Jéssica Iancoski

Jéssica Iancoski é pessoa não-binária. Escritora, poeta, artista plástica e editora. Tem participações em antologias, jornais e revistas. Já publicou no Brasil, Argentina, Colômbia, Espanha, Galiza e em Portugal. Teve o poema “Rotina Decadente” reconhecido pela Academia Paranaense de Letras, aos 15 anos. É idealizadora do Toma Aí Um Poema (podcast, revista e editora) e responsável pela primeira publicação de pelo menos 600 autores e autoras.

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Poemas de Bernardo Almeida 

Bernardo Almeida nasceu em Salvador (Bahia), em 1981. É poeta, jornalista, artista digital, roteirista e compositor. Participou de dezenas de coletâneas literárias. Publicou os livros: Achados e Perdidos (poesia/2005), Crimes Noturnos (poesia/2006 e 2018), Enquanto espero o amanhã passar (poesia/2009), Sem um país para chamar de pátria, sem um lugar para chamar de lar (poesia/2009), LONA (poesia/2011), O vencedor está morto (contos/2013), Arresto (poesia/2016), que também foi editado em Paris (2018), e A utopia do carnaval sem fim (poesia/2020). O autor tem textos traduzidos e publicados na Europa, sobretudo na França e na Croácia.

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Os sapos, de Manuel Bandeira

Manuel Bandeira foi um poeta, crítico literário e de arte, professor de literatura e tradutor brasileiro. É considerado como parte da geração de 1922 do modernismo no Brasil. Seu poema “Os Sapos” foi o abre-alas da Semana de Arte Moderna. Juntamente com escritores como João Cabral de Melo Neto, Gilberto Freyre, Clarice Lispector e Joaquim Cardozo, entre outros, representa o melhor da produção literária do estado de Pernambuco.

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Poemas de Alberto Caeiro

Alberto Caeiro é um dos vários heterônimos do escritor português Fernando Pessoa. Caeiro viveu a maior parte da sua vida no campo. Assim, sua poesia possui um caráter bucólico, além de valorizar a simplicidade e as sensações, sendo também marcada pelo paganismo.

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