Os fugitivos de Alejo Carpentier

O conto “Os fugitivos”, do escritor cubano Alejo Carpentier, é uma das mais fortes denúncias ao escravismo nas Américas. Carpentier, escreveu outros grandes contos com propostas mais complexas de estrutura, como “El caminho de Santiago” e “Viaje a la semilla”.

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Juan Rulfo e a alma latino-americana

Saiba um pouco mais sobre o escritor mexicano, autor de dois grandes clássicos da literatura mundial: Pedro Páramo e A Planície em Chamas. A obra de Juan Rulfo revolucionou a abordagem da realidade rural do México e a linguagem nos anos 50 do século XX, influenciando grandes nomes como Gabriel Garcia Márquez. Trazemos uma entrevista concedida em 1977 pelo autor e seu aclamado livro para download.

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Roque Dalton: poemas de luta

Antologia do poeta e guerrilheiro salvadorenho Roque Dalton. Trata-se da primeira do tipo em português. A seleção dos poemas, organização e tradução foram feitas por Jeff Vasques e Lucas Bronzatto. Uma poesia combativa e de altíssima qualidade oferecido pela Edições Trunca.

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Neruda: um poeta contra as ditaduras

Pablo Neruda possui alguns dos poemas mais lidos na literatura mundial. Clandestino, precoce e engajado, sua poesia atravessou fronteiras e sua trajetória, artística e política, influenciou toda a América Latina. Trazemos 2 documentários sobre o prêmio Nobel de 1971, vitimado pela ditadura chilena que depôs Allende em 1973.

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O canto dos inconquistáveis: a poeta Graciela Huinao

O depoimento de Graciela Huinao sobre sua trajetória e envolvimento com a literatura, o que significa a poesia e a condição de mulher indígena na América Latina é emocionante e pungente. Primeira poeta Mapuche a ingressar na Academia de Línguas do Chile, contadora de histórias, Graciela nos encanta e desperta para o silenciamento dos povos originários, resistindo inconquistáveis através de seu canto e memória numa América Latina onde a literatura é cada vez mais restringida a uma pequena elite.

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Adela Zamudio, uma precursora do feminismo latino-americano.

O dia da mulher boliviana é comemorado na Bolívia todo dia 11 de outubro. A data não é escolhida aleatoriamente, mas devido ao nascimento de sua escritora mais importante e uma das precursoras do feminismo em seu país: Adela Zamudio. Ensaísta, poeta e professora, Zamudio enfrentou o conservadorismo da época em que viveu e agitou as águas com seus escritos.

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