O coração do violinista de Fernando Sabino

Colaborador de vários jornais, o cronista recebeu diversos prêmios, entre eles, o Prêmio Jabuti pelo livro “O Grande Mentecapto” e o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras. Mineiro radicado no Rio, faleceu em 2004 em Ipanema.

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Feliz Aniversário, de Clarice Lispector

O conto de Clarice, mestra em discorrer sobre a alma humana, retrata a reunião de uma família num momento de importante celebração. “Feliz aniversário” é um texto forte, que remete ao estereótipo da família perfeita e feliz, desfolhando para o leitor um universo de aparências.

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Famigerado, um conto de Guimarães Rosa

Damásio, conhecido assassino da região, quer que o médico do interior, o doutor, pessoa letrada do lugar, o esclareça a respeito do significado da palavra “famigerado”, pois lhe fôra atribuída esta palavra por parte de um moço do governo e o bandido queria estar certo de suas intenções.

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Augusto dos Anjos, Poeta da Morte

Paraibano, filho de proprietários de engenho nascido no fim do século XIX, bacharel em direito que dedicou a vida ao magistério, Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos publicou em vida um único livro intitulado “Eu”. A indiscutível originalidade e inovação na escrita, com idéias modernas, termos científicos e temáticas filosóficas tornaram o poeta tão atemporal quanto incompreendido. Recebeu a alcunha de “Doutor Tristeza”, “Poeta Maldito” e “Poeta da Morte”.

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Amor, um conto de Clarice Lispector

Desde sua estréia, com Perto do Coração Selvagem, Clarice Lispector impressionou a crítica por dominar uma prosa próxima ao fluxo de consciência encontrado em romancistas como James Joyce ou Dostoiévski. O domínio do enredo e do tempo em suas narrativas produziram contos como este, verdadeira obras-primas da literatura brasileira.

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Guimarães Rosa, a poesia de um mestre da prosa

Autor de clássicos da literatura brasileira como Sagarana e Grande Sertão: Veredas, Rosa é um dos escritores mais respeitados e influentes do Brasil. Retratou o Sertão e inovou a linguagem com maestria e originalidade e, embora conhecido por sua prosa, também escreveu poemas, publicados postumamente no livro Magma.

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Uma vela para Dario, de Dalton Trevisan

O Vampiro de Curitiba, recluso e avesso a badalações literárias Dalton Trevisan, é considerado um dos maiores contistas brasileiros. Sua prosa fala como dois olhos, uma linguagem que descortina, quadro a quadro, de forma concisa, um filme com ritmo e alma.

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Cora Coralina

Ao completar 50 anos, a poetisa relata ter passado por uma profunda transformação interior, a qual definiria mais tarde como “a perda do medo”. Nessa fase, deixou de atender pelo nome de batismo e assumiu o pseudônimo que escolhera para si muitos anos atrás.

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