João Villaret, o grande trovador

A poesia sempre contou com a oralidade. João Villaret, ator português da primeira metade do século XX, é responsável por interpretações memoráveis de autores consagrados, tanto de Portugal quanto da literatura mundial. Conheça um pouco de sua história e acesse os arquivos da RTP para conferir a integralidade de seus programas televisivos do fim da década de 50.

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O vitral, conto de Osman Lins

Osman Lins foi contista, romancista e escreveu para dramaturgia. Este conto integra a seleção de Ítalo Morriconi como um dos cem melhores contos brasileiros do século. Curiosamente, o episódio do vitral aconteceu na casa de Wlademir Dias-Pino, no bairro Catete, no Rio de Janeiro.

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Gilka Machado

Polêmica e precursora da poesia erótica, Gilka Machado é mais uma das importantes escritoras brasileiras. Encontra-se entre as primeiras defensoras dos direitos femininos no país. “Plebéia” e “matrona imoral” foram algumas alcunhas que teve de suportar em vida. Recebeu o Prêmio Machado de Assis, concedido pela Academia Brasileira de Letras, em 1979.

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O bebê de tarlatana rosa, conto de João do Rio

Trazemos um conto do imortal e prolífico João do Rio, pseudônimo de João Paulo Emílio Cristóvão dos Santos Coelho Barreto, o jornalista Paulo Barreto, eminente cronista do Rio de Janeiro do início do século 20 que retratou a religiosidade da cidade e o carnaval.

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Baleia, de Graciliano Ramos

Alagoano, Graciliano Ramos foi escritor, jornalista e professor. Autor de Vidas Secas, Angústia e Infância, retratou como poucos a complexidade da alma humana. Trazemos o famoso conto sobre a personagem Baleia deste que é celebrado como um dos maiores prosadores da literatura brasileira.

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O humor de Millôr Fernandes

Dono de um repertório que poderia citar Santo Agostinho ou reinventar uma história da mitologia, Millôr Fernandes, carioca do Meiér, foi escritor, jornalista, tradutor e desenhista, sempre pronto a comentar, com fina ironia e originalidade, os assuntos contemporâneos.

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A Antipoesia de Nicanor Parra

Poeta e matemático chileno, Nicanor Parra quis sua poesia calcada no rés do chão, longe da grandiloqüência clássica ou da poesia sobre-humana, altiva, que se ocupa dos grandes temas do amor, da morte, da vida. “Durante meio século/A poesia foi/O paraíso do bobo solene”, escreve Parra em “A montanha-russa”.

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