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Memória, História e Arte Afro Brasileira Museu Afro Brasil

O Acervo do Museu Afro Brasil conserva mais de 5 mil obras que englobam diferentes áreas de múltiplos universos culturais africanos, indígenas e afro-brasileiro. Dividido por meio de Núcleos temáticos, o acervo procura abranger aspectos da arte, da religião afro-brasileira, do catolicismo popular, do trabalho, da escravidão, das festas populares, registrando assim, a trajetória histórica, artística e as importantes influências africanas na construção da sociedade brasileira. 

Inaugurado em 2004, a partir da coleção particular do Diretor Curador Emanoel Araujo, o Museu Afro Brasil construiu, ao longo de 10 anos, uma trajetória de contribuições decisivas para a valorização do universo cultural brasileiro ao revelar a inventividade e ousadia de artistas brasileiros e internacionais, desde o século XVIII até a contemporaneidade. 
 
Araujo já tentara frustradamente viabilizar a criação de uma instituição voltada ao estudo das contribuições africanas à cultura nacional quando, em 2004, apresentou uma proposta museológica à então prefeita de São Paulo, Marta Suplicy. Encampada a ideia pelo poder público municipal, iniciou-se o projeto de implementação do Museu. Foram utilizados recursos advindos da Petrobrás e do Ministério da Cultura através da Lei Rouanet

religiosidade-afro-brasileira-2-1024x523 Museu Afro Brasil: memória, história e arte Museus

Desde 2009, o Museu Afro Brasil, é uma instituição pública, vinculada à Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, que administrado pela Associação Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura, é subordinado ao Governo do Estado de São Paulo. 

O Museu Afro Brasil, no Parque Ibirapuera em São Paulo, destaca a perspectiva africana na formação do patrimônio, identidade e cultura brasileira, celebrando a Memória, História e a Arte Brasileira e a Afro Brasileira. 

Sua coleção é composta de gravuras, pinturas, desenhos, aquarelas, esculturas, documentos históricos, fotografias, mobiliário, obras têxteis, plumárias, cestarias, cerâmicas, entre outras obras elaboradas desde o séc. XVI até os nossos dias. Mas o objetivo de tornar o acervo do Museu Afro Brasil disponível online não se limita às obras em si, visamos também, progressivamente, tornar público aos pesquisadores, professores, alunos, visitantes e interessados em geral os dados das pesquisas mais relevantes a respeito das obras deste acervo. Sendo assim, o Acervo digital de arte africana ora parcialmente disponibilizado foi o escolhido para integrar a primeira parte do projeto de digitalização e disponibilização online mais completo do acervo.  

Com um acervo de mais de seis mil obras e uma biblioteca de cerca de 12 mil títulos, o Museu Afro Brasil apresenta as contribuições dos afrodescendentes para a formação da identidade nacional. 

museu-afro-tempo-da-escravidao-1024x683 Museu Afro Brasil: memória, história e arte Museus

Constituído por mais de 300 obras, o núcleo de arte africana tradicional do Museu Afro Brasil abarca obras de dezenas de povos que compõe os principais exemplares desta arte presente em museus. Como não poderia ser diferente, é dada uma atenção especial a povos cuja ligação atlântica com o Brasil em íntimos laços seja historicamente reconhecida. Dentre esses, contamos com obras dos povos: Iorubá, FonBiniBauleIaureSenufoAttieBamanaDogonLanduma, Bijagó, ChokweBalubaBakongoSuku,  Makonde, entre outros. 

museu-afrobrasil-1 Museu Afro Brasil: memória, história e arte Museus

O Acervo do Museu Afro Brasil conserva mais de 5 mil obras que englobam diferentes áreas de múltiplos universos culturais africanos, indígenas e afro-brasileiro. Dividido por meio de Núcleos temáticos, o acervo procura abranger aspectos da arte, da religião afro-brasileira, do catolicismo popular, do trabalho, da escravidão, das festas populares, registrando assim, a trajetória histórica, artística e as importantes influências africanas na construção da sociedade brasileira.  

Carolina de Jesus, a autora “improvável”

Recuperar a memória, confrontar-se com seus escritos e o poder descritivo de sua narrativa, é encontrar a realidade crua, sem o distanciamento e a maquiagem do discurso oficial, onde a história da difícil trajetória da população pobre e negra no país é invisibilizada e distorcida.

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Biblioteca Carolina de Jesus

Recuperar a memória, confrontar-se com seus escritos e o poder descritivo de sua narrativa, é encontrar a realidade crua, sem o distanciamento e a maquiagem do discurso oficial, onde a história da difícil trajetória da população pobre e negra no país é invisibilizada e distorcida.

A biblioteca possui cerca de 10.000 itens, incluindo livros, revistas e outros tipos de periódicos, teses, posters e material multimídia, com uma coleção especializada em escravidão, tráfico de escravos, abolição da escravatura, da América Latina, Caribe e Estados Unidos. Recebe anualmente aproximadamente 1.200 visitantes. 
 
Horário de Funcionamento: 
De terça-feira a sexta-feira, das 10hs às 17h30/ Aos sábados, das 10hs às 14hs. 
Entrada gratuita.  
 
Estão disponíveis 20 títulos de obras raras digitalizadas no Catálogo online da Biblioteca “Carolina Maria de Jesus”.